domingo, 19 de novembro de 2017

34 anos depois...


...voltou a decorar a cama. Desta vez, a cama da minha filha. Esta colcha foi confeccionada pela minha mãe à 34 anos e agora voltou à luz do dia. A minha mãe alterou o folho, colocou um que ficasse bem no quarto da miúda e hoje decidimos estrear a colcha. É em lã, confeccionada em "quadrados da avó" de croché. Fica perfeita e é claro que para mim é um voltar à infância 😊

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Alfinete



Com um pequeno alfinete seguro os sonhos!

Sissi

Para participar na brincadeira da Chica, clique na imagem




sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Porta guloseimas para o Halloween - DIY


Querem aprender a fazer um porta guloseimas para o Halloween? Passo a passo a seguir.

Materiais:

*cartolina preta;
*compressas ou ligaduras;
*olhinhos de plástico;
*guloseimas;
*cola e régua











Doçura ou travessura!


quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Isto enerva-me...

...MUITO... 

... trocar a capa do edredom.


Não sei como é com vocês, mas quando chega esta altura do ano, tiro as colchas de verão e coloco os adredons. Posso dizer que adio esta tarefa o mais que posso, só de pensar nisso, já fico nervosa. Acreditem é uma luta, parece que os cantos desaparecem, vejo-me desgraçada para alinhar tudo e quando coloco o edredom na cama, já transpiro por todo o lado. Isto quando fica direito, porque o de casal nem sempre fica perfeito 😡

Este ano procurei uma forma mais fácil de fazer esta detestada tarefa... e claro que encontrei e nunca tinha sido tão fácil... em 5 minutos está tudo feito e perfeito 😊 

Há inúmeros vídeos, mas deixo-vos aqui aquele que me serviu de orientação 😉
(está em inglês, mas percebe-se muito bem)





domingo, 8 de outubro de 2017

Trilho S. Cristóvão do Douro

"Não é descer de Sabrosa para o Pinhão, estacar em São Cristóvão, e abrir a boca de espanto. Não é ir a São Leonardo de Galafura ou ao Miradoiro de São Brás, olhar o caleidoscópio, e ficar maravilhado. É compreender toda a significação da tragédia, desde a tentação do cenário, à condenação de Prometeu, ao clamor do coro."

Aproveitando este calor fora de época e o último dia de férias dos pais, fizemos mais um trilho. Desta vez, o trilho de S. Cristóvão do Douro, entre Provesende e o Pinhão. 



É um percurso circular, começamos no Pinhão, pois é sempre a subir até à aldeia vinícola de Provesende.





São cerca de 4 Km para fazer de forma tranquila e descontraída, por meio de vinha e caminhos de terra batida, mas sempre a subir. Demoramos cerca de 2h30, e ainda bem que optamos por fazer assim, pois por entre os muros de xisto, não há sombras e o calor é intenso, mesmo de manhã cedo.




Chegados à aldeia de Provesende, aproveitamos a sombra da igreja e "picnicamos". Depois aproveitamos para conhecer a igreja, o largo e o chafariz da aldeia. Retomamos o percurso, agora descendo pelas ruas empedradas de Provesende, com belos edifícios senhoriais, rodeados de belas vinhas.




Continuamos até ao Pinhão, demos uma volta pelo cais e regressamos até à Régua pela "Melhor estrada do Mundo" a N222, que liga a Vila do Pinhão à cidade do Peso da Régua, com uma paisagem fabulosa.







Paramos na barragem de Bagaúste, esta barragem é navegável e tem um desnível de cerca de 27m, e passam pela sua eclusa os Cruzeiros que navegam entre a cidade da Régua e a vila do Pinhão. Foi inaugurada em 1973. Tivemos a sorte de estar a passar pela eclusa um cruzeiro e um barco rabelo, processo que demora cerca de 30m. 

O percurso do Trilho de S. Cristovão é muito bonito e vale a pena fazer. Quem não quiser subir, pode começar na aldeia de Provesende e descer até ao Pinhão. São só 4 km e depois só tem de arranjar transporte de regresso 😉

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Só depende de nós!

Na vida é preciso aprender que nada é definitivo... pessoas passam... umas ficam outras não... mas todas nos marcam... nada acontece por acaso... temos de deixar de nos preocupar com aquilo que depende dos outros... devemos fazer só o que depende de nós... não nascemos para depender de nada e nem de ninguém... somos livres... a felicidade, não se conquista... ela vive em nós, só temos de escutar o coração... felicidade é amar sem medo... rir com vontade... é viver o hoje, apagar o ontem e esperar que o amanhã seja uma nova oportunidade de aprender e viver...   

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

A abóbora e os doces!

Adoro o outono... As cores, os cheiros, os frutos e os doces... ai os doces. A marmelada, as compotas, as geleias e o doce de abóbora. Deram-me uma abóbora gigante, para a sopa dos meninos, disse o vizinho quando a veio trazer... qual sopa, qual quê?! Gosto tanto de doce de abóbora, de manhã com pão torrado... uma delícia! 😋


Este ano resolvi fazer dois doces diferentes de abóbora... 'doce de abóbora, canela e coco' e 'doce de abóbora, canela e laranja'... querem as receitas? 


Doce de abóbora, canela e coco


  • 1 kg de abóbora descascada
  • 500 g de açúcar
  • 2 paus de canela
  • coco a gosto 

Numa panela grande, coloque a abóbora, o açúcar, a canela. Leve ao fogo médio, mexendo sempre, até a abóbora começar a soltar água e humedecer o açúcar. A partir daí, diminua o fogo e vá mexendo de vez em quando. Quando a abóbora tiver desmanchado e a calda tiver engrossado um pouco (leva uns 35 a 45 minutos), junte o coco e deixe mais uns 10 minutos em fogo baixo. Deixe esfriar e guarde em frascos.

Doce de abóbora, canela e laranja

  • 1 kg de abóbora descascada
  • 500 g de açúcar
  • 2 paus de canela
  • 2 laranjas pequenas descascadas e sem pevides 

Numa panela grande, coloque a abóbora, a laranja, o açúcar, a canela. Leve ao fogo médio, mexendo sempre, até a abóbora começar a soltar água e humedecer o açúcar. A partir daí, diminua o fogo e vá mexendo de vez em quando. Quando a abóbora tiver desmanchado e a calda tiver engrossado um pouco (leva uns 35 a 45 minutos), passe grosseiramente com a varinha mágica e deixe mais uns 5 minutos em fogo baixo. Deixe esfriar e guarde em frascos.

Quem quiser pode ainda juntar nozes ou amêndoas, eu não tinha mas também fica divinal. 
Espero que gostem!

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Pedalar dói...

Como já contei aqui, quando comecei andar de bicicleta, sentia dores em zonas que nem sabia existirem. A zona que mais sofre é a que fica assente no selim. Ai, que sofrimento durante e depois do treino! Ficava com dores vários dias. Então tive de tomar algumas providências. Inicialmente usei uma capa de selim em silicone. Ajudou, mas não resolveu. Ainda para mais que estava sempre a escorregar, ficava com dores nas costas. 

Experimentei então os calções de ciclismo, daqueles que são almofadados na zona de contacto com o selim. Maravilha... encontrei uns de mulher, sim os de homem são diferentes. A zona de almofada está adaptada à anatomia feminina. O conforto e a mobilidade que proporcionam são essenciais para que os meus passeios decorram de forma agradável e, para que no dia seguinte não tenha qualquer dor relacionada com o selim.





Associado a isto fiz várias pesquisas e fui fazendo algumas alterações na bicicleta, altura do selim e guiador. Assim como fui adaptando a minha postura. Já consigo distribuir melhor o meu peso, sobre os três pontos principais: selim, guiador e pedal e assim torna-se mais confortável pedalar por mais tempo. 

No inicio pedalar era penoso, nada divertido... mas quando consegui encontrar um ponto de equilíbrio, tornou-se fantástico. A falta de experiência pode deitar tudo a perder, a querer desistir, mas se persistirmos depressa chegamos ao que queremos.  

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Uma simples... flor!

20/09/2017

Quando pensas podar os arbustos e de repente começam a florir outra vez 😏

domingo, 17 de setembro de 2017

Bolo de milho com coco

Sabem aqueles dias em que nos apetece um bolo, mas depois pensamos na trabalheira que dá e desistimos 😏


Este é o bolo ideal, fácil, com ingredientes que temos por casa e o melhor sem glúten. E mais só usamos o liquidificador... interessados? A receita a seguir 😊


Ingredientes: 

  • 3 ovos;
  • 240 ml de leite (usei de coco);
  • 160 ml óleo;
  • 150 g de milho de lata;
  • 200 g de açúcar (usei amarelo);
  • 50 g de coco ralado;
  • 240 g de farinha de milho;
  • 1 colher de sopa de fermento em pó
Bata no liquidificador os líquidos, até o milho ficar bem triturado. Junte o restante, deixando o fermento para o fim, porque não deve ser batido por muito tempo.
Vai ao forno pré-aquecido a 180º, em forma untada com manteiga e polvilhada com farinha, cerca de 45 m.

Espero que gostem. 

Bom apetite!!

sábado, 16 de setembro de 2017

O que começou como brincadeira...


...depressa se tornou num vício. 

Quem me acompanha no Instagram, já percebeu que comecei andar de bicicleta. Começou por ser uma brincadeira, mais um desafio para estimular o meu filho mais velho. O miúdo estas férias, passava muito tempo em casa, então comecei a desafiá-lo acompanhar-me andar de bicicleta. Eu já não andava de bicicleta à imensos anos, uns 16 anos, tantos como a idade dele e por isso a primeira vez foi uma aventura. Ainda para mais porque sempre achei que a bicicleta que temos em casa, a do marido, é exageradamente alta. 

02/08/2017


Nesse primeiro dia, fomos por caminhos de terra, fizemos cerca de 5 km, e eu posso garantir que fiz o percurso todo cheia de MEDO. Tinha tanto medo de cair, de não ser capaz de parar, que fiquei com contracturas nos ombros, tal era a força com que ia agarrada ao guiador 😱. Já para nem falar que me ficaram a doer outros músculos, que eu nem sabia que podiam doer... mas isso conto noutro post 😅

O que é certo, é que passado mês e meio, deixou de ser uma obrigação e passou a ser diversão, quase um vício. É o sentimento que me puxa para fora da cama para pedalar antes do qualquer outra pessoa estar acordada. É aquele estado de espírito feliz e relaxado que procuro quando pedalo pelos caminhos da minha aldeia e vou "acumulando quilómetros" sem qualquer compromisso, sempre que é possível.

09/08/2017

Ao poucos vou partilhar as aventuras e descobertas deste vício... chamado pedalar 😊🚲

domingo, 27 de agosto de 2017

Trilho das Fisgas de Ermelo

Com as férias dos miúdos quase a terminarem, temos de aproveitar as poucas folgas que nos restam para passear e conhecer mais um pouco do nosso país.

Hoje ficamos perto de casa, fomos fazer o "Trilho das Fisgas de Ermelo". Com ponto de partida na aldeia de Ermelo, este trilho é uma autêntica descoberta da alma da Serra do Alvão. Atravessa uma série de paisagens verdadeiramente fantásticas. Portugal tem as mais belas paisagens do mundo.

Podia fazer aqui um exaustivo relato do que foi este dia, mas deixo as imagens. Nenhuma palavra consegue de todo descrever os cheiros, os sons, a brisa que nos arrefece, o calor que nos aquece, a beleza que nos deixa sem palavras. Posso dizer-vos que foi uma experiência cansativa, extenuante mesmo, mas muito enriquecedora. Superamos juntos limites físicos que nunca antes tínhamos experimentado e como diz a minha filha... Depois deste fazemos qualquer um!


































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